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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Fluir...


 

A vida surge em cada pensamento que nutrimos dentro de nosso universo particular. Flui através de nossas células, inunda nossos órgãos, prolifera por toda nossa máquina perfeita, nosso templo sagrado, nosso corpo físico, e migram, vazam para o universo externo, ao nosso redor, em nossa realidade externa envolvendo e dando o tom particular para a mesma.

Toda vez que algo ou alguém nos “toca” é o instrumento abençoado de nossa essência chamando nossa atenção, para o exercício de evolução que se inicia. Cabe a cada um de nós decidirmos aceitar, resistir, lutar contra, fluir através, aprender, vivenciar, experienciar...

Na vida não há determinismo, destino fechado, engessado sobre o que quer que seja... Há oportunidades de avançarmos no desabrochar da consciência de maneira amorosa ou resistirmos ao fluxo natural da sabedoria divina em nós. O sofrimento surge daí... O sofrimento é a resistência em ação.

Nós somos EXISTÊNCIA – CONSCIÊNCIA – FELICIDADE!

Somos como um rio, que apesar de todo e qualquer obstáculo continua a fluir com, por, através...

FLUIR.......

A vida continua a fluir através de cada um de nós....

 

McSàlomão

domingo, 20 de janeiro de 2013

Despertar...

"...A verdade é sem dúvida que você não está NO Universo, mas você É o Universo.
Você é uma parte intrínseca da totalidade.
O Universo está despertando e você é, sem dúvida, uma pequenina parte, mas uma parte essencial, desse despertar do Universo...

... Então quando você desperta, o Universo ao seu redor está também despertando e tudo em que está envolvido também. Não somente as mudanças em seu redor, mas também porque todos os seres humanos estão em conexão profunda, de tal forma que uma transformação de consciência num ser humano afeta os outros, mesmo que não tenham conecção direta com você. Porque isso é parte da consciência coletiva da humanidade."

(Eckhart Tolle)

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Direitos...

A vida é um jardim encantado e depende de cada um, como escolhe enxergar, vivenciar e continuar a trilhar sua caminhada.

Cada um pode escolher ver dificuldades ou enxergar as oportunidades.

Todo mundo tem direito a bem aventurança, amor, plenitude e paz. Basta escolher viver fundamentado, embasado e nutrido pela consciência ampla, liberdade do coração amoroso e felicidade pela existência.

EU SOU EXISTÊNCIA, CONSCIÊNCIA, FELICIDADE!!!

McSàlomão




segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Princípios...

  

   "A Era do Aquário rege-se pelos conceitos da Liberdade, Igualdade e Fraternidade - a realização plena do Ser Humano precisa destas três condições.
   A Liberdade procuramos (e.o) através da auto-consciência e do auto-conhecimento.
   A Igualdade confere-nos também Liberdade, porque significa que não estamos sujeitos à autoridade do outro, nem precisamos exercer autoridade sobre o outro para nos sentirmos bem conosco.
   A Fraternidade implica em um apoio mútuo entre os seres humanos, baseado na liberdade individual e na igualdade - se o outro é igual a nós, podemos entender o seu sofrimento e apoiá-lo, sem medo de perder a individualidade quando damos, sem medo de ficar dependente quando recebemos." (Cavalo de Vento)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Enfrentamentos...




   É muito difícil aceitar e assumir a própria fragilidade. Assumir que está fugindo de si, quando busca apoio em QUALQUER substância lícita ou ilícita.
   Coragem é decidir encarar-se diariamente e tentar reconstruir-se SEM o "auxílio" (= entorpecimento) da idéia de incapacidade alimentada na necessidade de consumir substâncias. A única maneira de conseguir é enfrentar-se, SEMPRE, com a ajuda temporária do psicoterapeuta.
   Infelizmente, o ser humano ainda não entende que qualquer tipo de vício independe do nível cultural, raça, credo, filosofia de vida, profissão, status, idade, moradia, condição sócio-econômico-cultural...
   A fragilidade HUMANA não é vacinada contra a própria covardia em lidar com seu universo INTERNO.

   Enfrentar-se requer humildade, coragem, força, determinação e consicência da autoria 100% exclusiva, da própria história ---> 100%, sem exceção!!!

   Decida encarar-se... Saia da zona de conforto... Arrisque-se a SER inteiro!

   Bjoksss iluminadasss...

   McSàlomão

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A Jóia do Lótus...


OM MANI PADME HUM
Segundo o Dalai Lama recitar este mantra tem o propósito de transformar o corpo, mente e palavras impuros, em puros e louvados corpo, mente e palavras de um Buda. O som de cada silaba é visto como tendo uma forma paralela espiritual. Fazer o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade espiritual particular e para se identificar com isto. Existe também um grande numero de outros benefícios que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.
É muito bom recitar o mantra OM MANI PADME HUM, enquanto você pensa em seu significado. 

A primeira, OM, é composta de três letras puras: A, U e M. O corpo, a mente e a fala impuros podem ser transformados em corpo, mente e fala puros, ou elas são completamente separadas? Todos os Budas são casos de seres que eram como nós, então, por sua confiança no caminho, tornaram-se iluminados; o budismo não afirma que exista alguém que, desde o começo, é livre de faltas e possui todas as boas qualidades. O desenvolvimento do corpo, da fala e da mente puros vem do abandono gradual dos estados impuros, assim seu ser se torna puro. Como isso é feito? 
OM MANI PADME HUM

Tradução: recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus. (O Lótus é o chakra). Significa - recebemos a Jóia da consciência Divina, no centro do nosso chakra da coroa

OM - A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.
 
MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
 
PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
 
HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.
 
 

O caminho é indicado pelas próximas quatro sílabas. MANI, significando jóia, simboliza o elemento do método: a intenção altruística de se tornar iluminado, compaixão e amor. Da mesma forma que uma jóia é capaz de afastar a pobreza, a mente altruística da iluminação é capaz de remover a pobreza, ou dificuldades, da existência cíclica e da paz solitária. Igualmente, da mesma forma que uma joia preenche os desejos dos seres sencientes, a intenção altruística de se tornar iluminado preenche os desejos dos seres sencientes. 

As duas sílabas PADME, significando a flor de lótus, simbolizam a sabedoria. Da mesma forma que a flor de lótus cresce a partir da lodo, mas não é manchado por ele; assim, a sabedoria é capaz de o colocar em uma situação de não contradição, onde deveria ela deveria ocorrer, caso você não tivesse sabedoria. Existe a sabedoria que compreende a impermanência; a sabedoria que compreende que as pessoas são vazias de autossuficiência ou real existência; a sabedoria que compreende o vazio da dualidade (o que significa a discriminação de natureza entre sujeito e objeto); e a sabedoria que compreende o vazio inerente à existência. Embora possam existir diferentes tipos de sabedoria, a principal, dentre todas elas, é a de compreender o vazio. 

A pureza pode ser alcançada por uma unidade indivisível de método e sabedoria, simbolizada pela sílaba final HUM, que indica a indivisibilidade. De acordo com o sistema sutra, essa indivisibilidade de método e sabedoria refere-se a uma consciência na qual existe uma forma completa de tanto sabedoria afetada pelo método quanto método afetado pela sabedoria. No mantra, ou veículo tântrico, isso refere-se a uma consciência na qual há uma forma completa de ambos sabedoria e método como uma entidade indiferenciável. Em termos de sílabas germinais dos cinco Budas conquistadores, HUM é a sílaba germinal de Akshobhya – o impassível, o imperturbável, que não pode ser perturbado por nada. 

Assim, as seis sílabas, OM MANI PADME HUM, significam que na dependência da prática, que é em uma união indivisível de método e sabedoria, que você pode transformar seu corpo, fala e mente impuros no corpo, fala e mente puros de um Buda. É dito que você não deve buscar pela budeidade fora de si mesmo; o material para o alcance da budeidade estão dentro de si. Como Maitreya diz, em sua SUBLIME CONTINUIDADE DO GRANDE VEÍCULO (UTTARA TANTRA), todos os seres naturalmente tem a natureza de Buda em sua própria continuidade. Nós temos dentro de nós a semente da pureza, a essência de um Caminhar Assim (TATHAGATAGARBHA), que é para ser transformada e completamente desenvolvida em budeidade. 

(Da palestra dada por Sua Santidade O Dalai Lama do Tibet no Centro Budista Mongol Kalmuck, Nova Jersey.) Transcrito por Ngawang Tashi (Tsawa), Drepung Loseling, MUNGOD, INDIA.
NAMASTÊ!!!


domingo, 18 de dezembro de 2011

Alma

Quando o ser humano conseguir entender que todo poder de resolução, todo encontro com o amor e a felicidade só acontecerão assim que ele mergulhar dentro de si, encarar-se com afetividade, parceria, humildade e serenidade... Será possível reestabelecermos a harmonia, o equilíbrio e a paz verdadeira no Universo.
(McSàlomão)

O Interior da Alma

   O olho do espírito em parte nenhuma pode encontrar mais deslumbramentos, nem mais trevas, do que no homem, nem fixar-se em coisa nenhuma, que seja mais temível, complicada, misteriosa e infinita. Há um espectáculo mais solene do que o mar, é o céu; e há outro mais solene do que o céu, é o interior da alma.
   Fazer o poema da consciência humana, mas que não fosse senão a respeito de um só homem, e ainda nos homens o mais ínfimo, seria fundir todas as epopeias numa epopeia superior e definitiva. A consciência é o caos das quimeras, das ambições e das tentativas, o cadinho dos sonhos, o antro das ideias vergonhosas: é o pandemônio dos sofismas, é o campo de batalha das paixões. Penetrai, a certas horas, através da face lívida de um ser humano, e olhai por trás dela, olhai nessa alma, olhai nessa obscuridade. Há ali, sob a superfície límpida do silêncio exterior, combates de gigante como em Homero, brigas de dragões e hidras, e nuvens de fantasmas, como em Milton, espirais visionárias como em Dante.
Sombria coisa esse infinito que todo o homem em si abarca, e pelo qual ele regula desesperado as vontades do seu cérebro e as ações da sua vida!

(Victor Hugo, in 'Os Miseráveis' )