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domingo, 16 de novembro de 2014

Bênçãos...

Pois é.... Tanto tempo sem passar por aqui.... As coisas funcionam mesmo assim... Às vezes, recolhimento é necessário.... Recolhimento é cozimento... Recolhimento é bênção em ação....

E nestas últimas semanas tenho observado, sentido e confirmado as infinitas bênçãos que todos nós recebemos e muitas vezes nem percebemos porque estamos olhando pro sentido contrário das percepções da realidade.
Quantas vezes nos perguntamos: " Por que as coisas funcionam desta forma?" "Por que comigo?" " Por que agora?" E quase sempre não percebemos que os movimentos que recebemos da vida, do mundo são "efeitos colaterais" das emissões primeiras que fizemos. Que as energias de nossos pensamentos, emoções e sentimentos são os deflagradores desses "efeitos colaterais em nossas realidades, mesmo que o indivíduo não tenha a menor ideia deste mecanismo natural ou até mesmo não creia nele. A vida acontece e flui da mesma forma.
E é incrível, como muitos de nós ainda não enxerga que somos os autores de nosso enredo. Ainda buscamos respostas pros movimentos mais simples de nossa realidade culpando o outro pelas dificuldades e sentimentos que nutrimos em nós. A única maneira de percebermos as bênçãos/respostas/soluções que tanto almejamos é abrindo verdadeiramente "os olhos" e assumirmos pra nós a autoria de TUDO!

O gesto simples de não responder a uma ofensa faz com que a sua energia se concentre no que realmente importa, a mudança de padrão mental para que tal movimento se dissolva na sua vida.
A atitude simples de sorrir verdadeiramente, com todas as células do seu corpo, neutraliza qualquer malefício em sua saúde.
A gentileza de dar passagem pra alguém permite que o fluxo natural do retorno continue na sua vida.
O ato interno de aceitar dissolve todos os impedimentos.

E tantos outros movimentos nutrem com integridade nosso caminhar nesta nossa jornada.

Quando abrimos os olhos percebemos que a iluminação está e sempre esteve ali, aqui, em tudo...

Gratidão profunda...

Mônica Salomão



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Bênção Celta


Benção Celta

No dia que o peso apoderar-se dos teus ombros, e tropeçares,
Que a argila dance, para equilibrar-te.


E, quando teus olhos congelarem, por trás da janela cinzenta,
E o fantasma da perda chegar a ti,
Que um bando de cores, índigo,vermelho,verde
E azul celeste, venha despertar em ti,
Uma brisa de alegria.

Quando a vela se apagar no barquinho do pensamento
E uma sensação de escuro estiver sobre ti,
Que surja para ti, uma trilha de luar amarelo,
Para levar-te a salvo pra casa.

Que o alimento da terra seja teu,
Que a claridade da luz te ilumine,
Que a fluidez do oceano te inunde,
Que a proteção dos antepassados
Esteja com você!

E assim... Que um vento teça essas palavras de amor a tua volta
num invisível manto,
Para zelar por tua vida, onde estiveres!

Que assim seja!
E assim se faça!!!


Sintonizar com as energias sutis das dimensões mais elevadas,
onde todos os acontecimentos, sem exceção, são fruto da sabedoria do BEM Maior e para a evolução de todos, é a única maneira de garantir
 a manutenção da Luz em nossas vidas.
E ASSIM É!


domingo, 31 de julho de 2011

Ponto Vermelho

*** Usei este texto no meu programa Papos e Reflexões, do dia 18/07/2011 na Rádio Mundial. E toda vez que passo meus olhos por estas linhas lembro-me dos desafios que todos os dias experimentamos ao acordarmos e decidirmos continuar em frente. Não é muito fácil viver não, mas é possível, se entendermos que cada dia depende da escolha que fazemos em nossos corações e em nossas mentes. A escolha é sempre nossa!



PONTO VERMELHO (autor desconhecido)

Certo dia, um professor chegou à sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova - relâmpago. Todos assustados, acertaram suas filas, aguardando o teste que viria.
         O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume. Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha. Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto vermelho, no meio da folha.
         O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
 “- Agora, vocês escreverão um texto sobre o que estão vendo.”

         Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa. Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta. Todas, sem exceção, definiram o ponto vermelho, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
 “- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós."
Ninguém na sala falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto vermelho. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos vermelhos. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto vermelho! O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
         Os pontos vermelhos são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.



Pensem nisso!
Tirem os olhos dos pontos vermelhos de sua vida. Aproveite cada bênção, cada momento que a natureza lhe dá.
Creia: o choro grande arte das vezes é a limpeza da alma, abençoando o desaguar daquilo que não nos pertence. O anoitecer acontece para que o despertar seja mais brilhante, mais verdadeiro, mais festejado...
Tranqüilize-se, celebre cada despertar, saboreie cada oportunidade, aproveite cada ponto vermelho e escolha ser muito feliz!



segunda-feira, 18 de julho de 2011

Realização...



Ter realização é ter ‘olhos reais’ para ver dentro de si. Procure internalizar-se. Tente se concentrar. E você será capaz de desenvolver estabilidade. Para isso é preciso valorizar o silêncio. O poder do silêncio torna você verdadeiro. Quando a alma acumula esse poder interior, não há flutuação. Quando a alma experimenta realização, a paz adquirida permanece por um longo período de tempo. O silêncio acaba com tudo que impede a alma de olhar para si e de se transformar.”

Dadi Janki
(Brahma Kumaris)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

SALVE JORGE!!!


O Santo Guerreiro
Festa : 23 de abril. Comemora-se todo dia 23.
São Jorge nasceu na Capadócia no ano de 280.
O Imperador Diocleciano mandou degolá-lo a 23 de abril de 303.
São Jorge é o padroeiro dos soldados, armeiros e escoteiros.



     Diz a lenda que Jorge, guerreiro vindo da Capadócia, Turquia, teria salvo uma princesa das garras de um terrível dragão. Jorge, com sua espada, domou o dragão, que a princesa conduziu de volta a seu povoado como um manso cordeirinho. O misterioso cavaleiro disse ter vindo em nome de Cristo e que todos deveriam se converter. Por fim, o glorioso mártir foi condenado à morte por ter renegado os deuses do império. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão inflexível que a própria mulher do imperador Diocleciano converteu-se ao cristianismo. Embora Jorge não seja mais considerado santo pela Igreja católica, seu culto é autorizado pela tradição. São Jorge é patrono da Inglaterra, Portugal, Geórgia e Lituânia.



Oração a São Jorge


     Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos tendo pés, não me alcancem; tendo mãos, não me peguem; tendo olhos não me vejam e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minha dores e aflições e Deus com a sua Divina Misericórdia e grande poder seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos; e glorioso Sao Jorge, em nome de Deus em nome de Maria de Nazareth em nome da falange do Divino Espírito Santo, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, do poder dos meus Inimigos carnais e espirituais e de todas as suas más influencias, e que de baixo das patas do seu fiel ginete, meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós, sem se atreverem a ter um olhar se quer, que me possa prejudicar.
     Assim seja com o poder de Deus e de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.(Tradição popular)

SALVE JORGE!!!



terça-feira, 12 de julho de 2011

A Águia e A Galinha

#texto do programa do dia 11/07/2011 na Rádio Mundial  


A Águia e A Galinha
(Leonardo Boff – filósofo e teólogo brasileiro)
“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei / rainha de todos os pássaros.
         Depois de cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: – Este pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
         – De fato, – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
         – Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
         – Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
         Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:– Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
         A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
         O camponês comentou: – Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
         – Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
         No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe: – Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
         O camponês sorriu e voltou à carga: – Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
         – Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
         No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as suas asas e voe!
         A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
         Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico “kau-kau” das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...”

 
         Esta parábola evoca dimensões profundas do espírito, indispensáveis para o processo de realização humana: o sentimento de auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima das dificuldades quase insuperáveis.
Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Ela quer nascer. Sente o chamado das alturas. Busca o sol.
Uma águia tem dentro de si o chamado do infinito. Seu coração sente os picos mais altos das montanhas. Por mais que seja submetida a condições de escravidão, ela nunca deixará de ouvir sua própria natureza de águia que a convoca para as alturas sublimes.

         As pessoas que alçam vôo sublime são as que se recusam a deitar-se, a suspirar e desejar que as coisas mudem!  Tais pessoas não reclamam sua sorte e tampouco sonham, passivamente, com algum navio longínquo que vai chegando para levá-la pra bem longe. Em vez disso, visualizam em suas mentes que não são desistentes; não permitirão que as circunstâncias da vida as empurrem lá para baixo, e as mantenham subjugadas como galinhas.

         Vamos, voe... Voe e vença, ocupe o lugar  que é seu no alto do penhasco.


        ***Em vários momentos de nossa existência acreditamos que somos apenas galinhas, mas somos águias, prontas pra alçar nossos vôos cada vez mais altos rumo à realização, à descoberta de nossas capacidades, nossos dons preciosos e o amor incondicional pela nossa natureza luz perfeita. Grande parte de nossos conceitos, nossa educação, nossa cultura, nossos paradigmas, dogmas religiosos, nos ensinam que somos galinhas, que podemos apenas ciscar as migalhas, os grãos do chão da acomodação, do medo, da covardia e da preguiça emocional, mas a escolha de acreditar ou não em tudo isso é SEMPRE NOSSA!
        Somos águias com o direito de desbravarmos o horizonte das possibilidades infinitas, chamado VIDA! (McSàlomão)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Cristalino

   Tô sentada aqui no banco, esperando ser atendida e percebi um olhar sobre mim. Começo a sentir um desconforto se instalar, como se fosse uma corrente elétrica passeando pela minha nuca, ombros e coluna. Ajeitei-me na cadeira, disfarço e levo meus olhos na direção daquele que parece ser o "dono" dessa energia tão forte e insistente. Para minha surpresa, ao encontrar aqueles outros olhos, constato que é de um menino de tenra idade, creio que não tem mais do que sete anos de existência nesta nossa realidade. Olhos grandes, quase pretos, brilhantes e cheios de vida. Cabelos cacheados castanho escuros, que caiam delicadamente sobre sua testa e orelhas. Um rostinho bem redondinho que continha traços bem infantis: seu narizinho parecia uma saborosa batatinha, bochechas grandes e boas de apertar, sua boca parecia um morango bem vermelhinho, uma pele morena amarelada. Sabe aquele tipo de pele, que quando toma sol fica verdadeiramente dourada? Pois é, ele tem este tipo de pele. Estava sentadinho em um dos bancos, ao lado de uma mulher bonita, bem arrumada, feições muito parecidas com as do menino. Quase certo, que fosse sua mãe. Aquela mulher passa a mão nos cabelos do menino, como se dissesse, com aquele gesto, a imensidão de seu amor por ele. Uma afetividade tão presente, verdadeira e iluminada...
   Meu Deus!!! Esse menino aí parado, olhando pra mim e até agora não tinha expressado nada além do que um olhar vivo e penetrante. Mas que energia intensa, forte e cheia de magnetismo. A tal ponto, que ambos ficamos totalmente paralizados, olhando fixamente dentro de nossos olhos, durante alguns segundos... Até que eu comecei a sentir uma sensação boa demais, daquelas que a gente sente quando toma um copo de água fresquinha, em um dia quente de verão, ou come um punhadão de pipoca quentinha na sala de cinema, assistindo uma comédia saborosamente engraçada, ou quando chega em casa cansado, toma um banho relaxante e deita na cama, sob os lençóis macios e cheirosos.
   Ahhhhhh... Quanta sensação simples e infinitamente boa!
   Pois é, com essa sensação boa, enquanto nos olhávamos, foi impossível conter meus músculos faciais e então... rasguei meu rosto num sorriso largo, forte e cheio de carinho quentinho para aquele ser humano pequenininho, me encarando. Para minha surpresa e alegria, ele imediatamente corresponde com o mais belo sorriso 1001. Hahahaha... Isso mesmo, 1001! LINDO!!! Ele estava banguelinha dos dois dentinhos da arcada superior bem na frente, os chamados incisivos superiores.

   Lindo, lindo, lindoooo... Suas bochechas gorduchas levantaram-se, seus olhinhos brilharam ainda mais.
   Neste momento, me senti inundada pela presença do divino, naquele sorriso tão cheio de ternura, dizendo assim: "Hei, olha para mim!!! Tem vida plena desabrochando aqui!"
   Novamente, não consegui conter meus impulsos de brincar, de me comunicar sem palavras, e sorrindo pisquei meu olho esquerdo para ele. Este guri lindinho responde com o que foi a piscadela mais fofa, com os dois olhinhos ao mesmo tempo e sorriu.
   Meu corpo estremecia de tanta alegria e novamente pisquei, mas agora com o olho direito. Hahahaha... E ele repete a tal piscadela saborosa. Muito fófis!!!
   Tentei desviar meu olhar, na ilusão de conseguir me compor no papel de uma "adulta", esperando ansiosamente sua hora de ser atendida naquele "mar de gente". Mas, que nada... Parecia que meus olhos estavam imantados por aquele magnetismo puro, fofo, quente, desafiador e pleno. Mais uma vez, voltei meus olhos para aquele ser humano pequenininho, cheio de vida. Parecia que quando eu desviava o olhar para outro local, provocava uma reação de paralisia momentânea. Ele literalmente, ficava imóvel (dava pra ver na visão periférica). E quando eu retornava, ele sorria e voltava a balançar as perninhas, demonstrando satisfação pelo "reencontro" dos olhares. Assim ficamos, nos observando. Ele mexia no brinquedo dele (um carrinho de ferro em miniatura) e olhava pra mim, como se quisesse colher uma reação positiva. Numa destas vezes, eu sorri e fiz sinal de positivo com meu polegar da mão direita. O menino parou, olhou, mostrou mais o carrinho e sorriu com todo corpinho.
   A mãe do menino fofoleto, percebeu o que estava acontecendo, ele mexendo com alguém, e chega seu olhar sobre mim. Ao me ver, tenta descobrir qual é "a minha". Eu, imediantamente, rasgo meu rosto com um forte, franco e escancarado sorriso. Ela responde com um sorriso afável, como se estivesse aliviada e agradecida.
   Me dei conta, como o discurso não verbal é infinitamente mais verdadeiro, claro, genuíno, coerente e preciso do que qualquer discurso verbal milimetricamente pensado e construído. Por isso, tanta gente continua adoecendo primeiro na alma, depois no físico... Todo mundo fazendo uma força enorme para se esconder por trás de personagens forjados pela necessidade de pertencer ao sistema melequento de crenças limitadoras e ilusoriamente protetoras, mantenedoras do que chamam "segurança".
   E pensar que um dia, todos NÓS já fomos essencialmente o discurso da alma cristalina, sem medo de sentir, nem necessidade de parecer com nada além de NÓS mesmos.
   Aiaiaiaiaiiii....


   Resultados:


-PARCERIA COMIGO --> equilíbrio + realizações + saúde + alegria + fé + bem estar + sucesso


-ASSUMIR PERSONAGEM DO ENQUADRE --> mau humor + insatisfação + dor + irritação + doença


   Qual a gente prefere? Qual é a escolha?
   O que parece mais difícil? E o que parece mais fácil? Por que?


   É sempre um convite para o pensamento, para a reflexão. E quem sabe rumo a mudança, à transformação... 

   Sentir com a mente e pensar com o coração...


Excelente dia abençoado à todos NÓS!


Bjoksss iluminadasss...