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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

CronoLOUCAMENTE...

"A idade de uma pessoa pode ser determinada pelo nível de dor que ela experimenta quando entra em contato com uma nova idéia." (Quincy Jones)

"O coração não tem rugas." (Madame de Sévigné)

"Não paramos de nos divertir por ficarmos velhos.
Envelhecemos porque paramos de nos divertir."

"Qual seria sua idade se você não soubesse quantos anos tem?" (Confúcio)


   A limitação é uma crença que aprendemos, aceitamos e instituímos em nossa existência.
   Somos nós que decidimos acreditar no que preenche nossa realidade.
   Somos nós que decidimos viver o que aparece em nosso cotidiano.
   Somos nós que decidimos SOFRER quando a vida nos apresenta outras opções.
  Podemos nomear tais movimentos como apego, falta de fé, autoestima rebaixada, auto-imagem deformada, dificuldade de existir com naturalidade, blábláblá.....
   A necessidade de classificação, direcionamento, estruturação, sensação de segurança, pertencimento, valorização, etecétera e tals... Nos aprisiona naquilo que nomeamos de CRONOLOGIA. Ou como eu "góstio" de nomear, a CronoLOUCAMENTE. Grande parte das vezes isso significa LIMITAÇÃO. O que podemos ou não fazer, sentir, desfazer, iniciar ou terminar, dependendo de "em que fase" da vida nos encontramos.
   Agora dá pra entender melhor o que o delicioso Quincy Jones quis dizer com a frase do início desta postagem...
   Nénão??? rsrsrs...

   O que podemos fazer a respeito?
   Será que queremos fazer algo?
   Ou é mais seguro permanecer exatamente onde estamos, porque afinal de contas, bem ou mal já conhecemos aqui?
  
   A escolha é SEMPRE NOSSA!

 Bjoksss master iluminadééérrimaasss...

Mônica Salomão

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quebra-Cabeça

***Texto do Programa PAPOS E REFLEXÕES com Mônica Salomão, na Rádio Mundial no dia 26/09/2011





Quebra-Cabeça (Amy Toohill)

        Ganhei de um amigo, há dois meses, um quebra-cabeça de 1.500 peças. Eu não montava um quebra-cabeça desde que era criança. É engraçado como nós deixamos de fazer certas coisas quando crescemos: quebra-cabeças, colorir, brincar com bonecas, pular corda, pique - esconde... Coisas que nos trouxeram tanta alegria quando criança, nós paramos de fazer quando alcançamos certa idade - é uma vergonha, não é?
        Devo admitir, eu realmente aproveitei o quebra-cabeça. Embora muito frustrante às vezes, era um bom desafio. Cada vez que eu achava uma peça que se encaixava, era extremamente recompensador.
        Bom, e daí? Você já percebeu quantas semelhanças existem entre um quebra-cabeça e a vida?
        Num quebra-cabeça, cada peça é parte muito importante no grande quadro. Na vida, são as pessoas e os acontecimentos as partes importantes. Como peças de um quebra-cabeça, cada um de nós é único, especial em seu próprio jeito. Embora semelhantes, não há dois iguais. Ironicamente, são nossas diferenças que nos fazem "encaixar".
        Enquanto eu trabalhava no quebra-cabeça, havia uma peça que eu estava certa de pertencer a um ponto em particular. Mas não encaixava. Acabava voltando a ela tentando encaixá-la, me esquecendo que já havia tentado. Eu tinha meu pensamento focado no fato de que eu sentia que a peça era daquele espaço.
        Penso em quantas vezes eu fiz a mesma coisa em minha vida. Tentando fazer acontecer coisas que simplesmente não era pra ser. Tentava várias vezes, chegava ao ponto de forçar, mas não era pra ser... E nada do que eu fiz mudou isso.
        Se você já montou quebra-cabeça, sabe como é perder tempo procurando um pedaço específico. De repente parece tão obvio... mas eu não conseguia achar. Consegui foi embaralhar ainda mais as peças. Fiquei frustrada e decidi deixar pra lá e ficar longe dele. Quando voltei mais tarde, eu achei a peça imediatamente. Estava bem na minha frente desde o começo.
        Minha vida foi assim muitas vezes. Tentava entender por que certas coisas aconteciam e do jeito que aconteciam. Procurava as respostas por todos os lados e às vezes as respostas estavam bem na minha frente. Era só dar uma paradinha, um pequeno passo atrás, respirar e acalmar que as respostas me encontravam.
        Olhando as peças deste quebra-cabeça, eu penso nas "peças" de minha vida: minha família, meus amigos, acontecimentos, marcos e celebrações. Uma mistura de bom e ruim, alegria e lágrima, felicidade e tristeza.
        Penso em todas as peças que imaginei sem importância e sem propósito. Reflito em todas as peças que em minha vida me fizeram perguntar... "Por que, meu Deus?"... "Por que isto?”
        E repentinamente percebi que por causa dessas peças, outras peças se encaixaram tão bem.
        Tudo em nossa vida acontece por uma razão. Cada acontecimento, bom ou mau, como uma peça do quebra-cabeça. Deixe uma peça de fora e se quebra a harmonia inteira do produto final.
        Talvez ainda não possamos entender o papel importante de cada peça em nossa vida, ainda existem muitos buracos e o quadro ainda não está claro. Mas sei que quando minha viagem nesta vida estiver concluída, e a peça final estiver em seu lugar, eu entenderei. E serei capaz de ver o quadro completo e a beleza de cada peça. Até lá, eu continuarei a viver com fé. Sabendo e confiando que todas as peças que eu precise estão aí e que é só uma questão de tempo até que se encaixem bem. Lembrarei de que há um grande quadro, um plano para mim, e que sou incapaz de ver agora. Acreditarei que cada peça em minha vida, mesmo as dolorosas, tem propósito e cumprem papel importante. E quando estiver fraca, procurarei força pela oração. Farei isto até que a obra-prima de Deus em mim estiver finalmente completa, e Ele então cochichará... "Muito bom! Está feito!".




domingo, 18 de setembro de 2011

Celebrando a Vida - 2

*** Este texto escrevi em 2007 para um evento, entre tantos que já ministrei. E a mente se alarga cada vez mais...




CELEBRANDO A VIDA

   Celebrar significa aceitar, compreender e usufruir de todos os movimentos que a vida nos apresenta e presenteia. É reconhecer e aproveitar as coisas que se tem. E o que ainda não tem, aprender a criar oportunidades produtivas para obtê-las. Mas, se mesmo assim, estas coisas não chegarem, você não conseguí-las... Ahhhhh...RELAXE... É porque não era bom para você... Não era para ser!!!
Celebrar é perceber a magnitude e sabedoria do Bem Maior, do Bem da Vida, da mãe Natureza, do Universo, do seu Deus de devoção no mapeamento e execução dos acontecimentos em seu cotidiano.
   E caso você não consiga perceber o benefício em tais acontecimentos...RELAXE outra vez... Talvez a situação não esteja aí para o seu entendimento, mas para que você comece a exercitar primeiro a sua Fé verdadeira no seu melhor, no melhor da Vida e na sapiência do poder criativo do Universo que rege tudo e todos. Mesmo que você com sua prepotência (característica comum em nossa raça de aprendizes de viver = orgulhosos e vaidosos com o famoso "achismo", que nos é muito pertinente) não acredite em absolutamente uma palavra que estou dizendo, na verdade, não tem a menor importância para a força da Natureza, do Universo. Esta força, independente da sua crença está sempre no leme dos acontecimentos, quer você creia ou não. E por mais que tente controlar algo ou alguém, somente o que é para ser o melhor para você, vai acontecer!!!

McSàlomão - 2007